Mais fotos do lançamento da coleção "Era uma vez... em cordel" (Globo Livros) na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em 10 de setembro de 2011. A feira teve um de seus dias mais concorridos neste sábado. Logo após o nosso lançamento, foi a vez do jornalista Maurício Kubrusly lançar seu novo livro sobre suas andanças pelo Brasil. No domingo, o estande da Editora Globo recebeu Mauricio de Sousa e os personagens da Turma da Mônica. Outra presença constante no espaço foi o cartunista Ziraldo, lançando livros digitais do Menino Maluquinho e da Professora Maluquinha. É o cordel conquistando seu espaço e sendo mostrado nas maiores feiras de livros do país.
O lançamento da coleção "Era uma vez... em cordel", na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, foi sucesso total. Pelo estande da editora Globo passaram Ziraldo, Mauricio de Sousa, Padre Marcelo Rossi e... a dupla Arievaldo Viana e Jô Oliveira, dentre outros. Excelente acolhida do pessoal da editora, sobretudo das amigas Luciane, Adriana Bertolla, Kelly, Fernanda Rosemberg e do amigo Luiz Antônio, uma grande figura, que ficou empolgado com o nosso trabalho. Mais tarde, quando Jô mandar as fotos do lançamento, conto mais detalhes!
A Ordem dos Advogados do Brasil, Secção Ceará, prestou solene homenagem ao advogado e professor Mário Barbosa Cordeiro pelo trabalho incansável e relevantes serviços prestados à advocacia cearense, visando sempre o engrandecimento da classe dos advogados.
CORDEL CEARENSE NA 56ª FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE
A literatura de cordel estará presente na 56ª Feira do Livro de Porto Alegre. O cordelista cearense Arievaldo Viana irá lançar, juntamente com o ilustrador pernambucano Jô Oliveira, dois folhetos baseados na obra do folclorista gaúcho Simões Lopes Neto, autor do célebre “Contos Gauchescos”. Outros textos do autor estão sendo adaptados pelos poetas Rouxinol do Rinaré, Varneci Nascimento e Marco Haurélio, todos com capa e ilustrações do já citado Jô Oliveira.
Arievaldo e Jô viajarão para Porto Alegre na próxima quinta-feira e permanecerão durante o final de semana. Na capital do Rio Grande do sul, a dupla realizará palestras e visitações à escolas da rede pública para difundir o uso da poesia popular como ferramenta paradidática. João Simões Lopes Neto é o mais importante folclorista dos pampas.
ARIEVALDO PARTICIPARÁ DO PROJETO “GRAVA LIVRO AÍ’
Um projeto inovador, coordenado pelo escritor André Neves, vai movimentar a 56ª Feira do Livro de Porto Alegre.
O Grava Livro Aí consiste na gravação de um cd onde 10 escritores de literatura infantil e juvenil estarão contando histórias de seus livros. As histórias serão gravadas no Estúdio Móvel Gravaêh, ônibus da ONG Cirandar, que está equipado com a mais alta tecnologia digital e roda o estado gravando músicos de diferentes estilos.
Na Feira do Livro o Gravaêh estará promovendo a literatura através da gravação das histórias lidas pelos escritores e de mediações de leitura realizadas pelos Voluntários do Instituto C&A, que acontecerão no entorno do ônibus.
Estacionado na Área Infantil e Juvenil, durante a primeira semana de novembro, o público da Feira terá a possibilidade de assistir aos escritores contando suas histórias, através da vitrine palco.
Nesta primeira edição estarão lendo histórias de seus livros os escritores André Neves, Arievaldo Viana, Celso Sisto, Marô Barbieri, Christina Dias, Ilan Btrenman, Jonas Ribeiro, Lenice Gomes, Ricardo Silvestrim e Tino Freitas.
Este projeto tem a coordenação musical do compositor cearense Tino Freitas e Robson Serafini e é uma promoção da ONG Cirandar, Roedores de Livro, Orvil Livros e Câmara Rio-Grandense do Livro.
PREPARATIVOS PARA FEIRA - Os preparativos para a 56ª Feira do Livro de Porto Alegre estão acelerados. Promovida pela Câmara Rio-Grandense do Livro, a maior feira de livros a céu aberto das Américas inicia na sexta-feira, 29 de outubro, e vai até 15 de novembro. “A Feira do Livro é de todos. Uma qualificada programação cultural ocorre durante os dias da Feira com acesso livre, sem custo algum aos visitantes”, destaca João Carneiro, presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro. Este ano, com mais um dia na programação, a expectativa é de que o público aumente em 20% e mais de 1,7 milhão de pessoas passem pela Feira. Esse fator deve contribuir também para que as vendas cresçam cerca de 15% em relação ao ano passado e retomem os patamares de 2008.
Democrático, gratuito e plural, assim é um dos principais eventos culturais do Rio Grande do Sul. Não é por acaso que este ano a
Feira do Livro de Porto Alegre recebeu o reconhecimento como patrimônio imaterial da cidade pela Secretaria Municipal da Cultura. A honraria se soma à medalha da Ordem do Mérito Cultural,
concedida pela Presidência da República no ano de 2006, que reconheceu o evento como um dos mais importantes do Brasil.
A Feira e a Praça - O evento segue em seu tradicional espaço, onde foi realizado desde sua primeira edição, o Centro Histórico de Porto Alegre. A Feira receberá algumas adaptações
em função da revitalização da Praça da Alfândega, pelo Projeto Monumenta, mas que não trarão prejuízos nem ao evento nem às obras, graças ao bom entendimento entre a Câmara Rio-Grandense do Livro
e a Prefeitura de Porto Alegre. Apenas o trecho entre a Rua Sete de Setembro e a Rua dos Andradas vai permanecer isolado com tapumes. Para interligar a Rua dos Andradas ao restante da Feira, os
visitantes poderão optar pelas duas vias de acesso lateral que circundam a praça ou ainda por uma passarela, construída especialmente pelo evento. No eixo central, na Avenida Sepúlveda, que liga
o centro da Praça da Alfândega ao Cais do Porto, a Feira será ampliada, recebendo quatro fileiras de barracas e corredores mais largos para a circulação dos leitores. O restante dos espaços
permanece inalterado, em relação ao ano anterior. Ao todo, a Feira do Livro de Porto Alegre ocupará uma área de mais de 24 mil metros quadrados, um espaço ainda maior que o da edição
passada.
Barracas – A Feira do Livro tem a marca da bibliodiversidade. Este ano, o evento vai receber 155 participantes
entre editoras, livrarias, distribuidores e creditistas, responsáveis pela venda direta de livros ao consumidor, como os vendedores porta a porta. Uma das novidades desta edição é a primeira
meia-barraca da Feira. A inovação, que atende a demanda de empresas menores que também queriam expor é fruto de uma proposta do Repensando a Feira , que avalia e propõe melhorias ao evento. A
feira de todos os livros terá 110 expositores na Área Geral, 30 na Área Infantil e Juvenil (no Cais do Porto) e 15 na área internacional. A pluralidade caracteriza os espaços. Os visitantes
poderão encontrar obras clássicas, novos autores, literatura infantil e juvenil, livros de arte, filosóficos, religiosos, títulos científicos, publicações universitárias e obras internacionais,
entre outras.
MUNICIPIO DE CARIDADE
FAZENDA IDEAL
XI MISSA DOS VAQUEIROS
Dia 04 de junho de 2010
“A inserção popular na Festa do Padroeiro Santo Antonio”
VALORIZAÇÃO DA CULTURA SERTANEJA
“O trabalho do vaqueiro na tradição regional”
Caridade-CE., junho/2010
A GRANDE HISTÓRIA
O Brasil e em particular o Território Nordestino, foi desenvolvido pela pecuária, pelo crescimento do rebanho bovino. Atividades
das grandes fazendas e glebas de terras oriundas das capitanias hereditárias na historia brasileira, tornaram homens simples em guardiões dos rebanhos. Estes sempre em deslocamentos para terras
com novos pastos, vendas de animais e outras atividades, caracterizaram o “vaqueiro” – aquele homem que é responsável pela vida do rebanho, contenção em cercados, manejo, ordenha e a fabricação
de queijos, juntamente com suas famílias. Formou-se uma cultura bem especial em torno do trabalho, cânticos (aboios), vestimentas de couro e hábitos alimentares diferenciados, assim temos a
tradição como cultura.
Iniciada por grupos familiares na localidade de São Domingos, e dado o prosseguimento pelo senhor Genésio Dias, a missa dos
vaqueiros obteve volume de participação e engrandecimento, quando a Fazenda Ideal passou a promover o grande encontro regional dos vaqueiros na festa do Padroeiro de Caridade, por Junior Tavares,
a partir do ano 2000. Daquele ano para cá, cresce a cada ano o numero de participantes devido ao sistema adotado, acolhida e envolvimento regional.
O evento inicia-se com a chegada das caravanas de vaqueiros de Caridade e dos municípios vizinhos, recebem o tradicional “quebra
jejum” e recebem seus kit´s de participação. Em seguida, é realizada a grande passeata pelas ruas da cidade, passando em torno da Igreja Matriz de Santo Antonio de Lisboa, retornando para a
Fazenda Ideal, na qual é celebrada a missa, recebem alimentação e participam de momentos culturais.
Programação da 11ª Missa do Vaqueiro de Caridade-CE
HORÁRIOS DE ATIVIDADES
07 ás 10 h Quebra jejum
10 às 11 h Marcha dos vaqueiros com saída da Fazenda Ideal, contornando a igreja da matriz e retorno para a Fazenda Ideal.
11 às 12 h Missa dos Vaqueiros na Fazenda Ideal e acomodação dos animais, com oferta de água para beber e o banho para os cavalos.
12 às 13 h Almoço com show do grupo BATUTA NORDESTINA e outras atrações regionais.
13 às 14 h Concurso de vestimentas dos vaqueiros
14 às 15 h Concurso de aboios
Serviços oferecidos:
- Testes de saúde
- Campanhas da saúde
- Campanhas educativas
PROMOÇÃO CULTURAL:
Prefeitura Municipal de Caridade
Organização dos Vaqueiros de Caridade
Associação dos Vaqueiros de Canindé
Associação dos Vaqueiros de Paramoti
Associação Comunitária de Várzea Redonda
Rádio Vanguarda de Caridade
APOIO:
Coelce
Cagece
Chico Karam - Historiador
CHICO KARAM - 84 ANOS
Tonico Marreiro
Dia 18 de Maio que passou, transcorreu a data natalícia de um dos mais ilustres filhos de Canindé. Francisco Magalhães Karam. 84 anos... Mais uma vez, desde 2002, a comemoração é feita de maneira sublime no céu.
E tudo por conta de Nossa Senhora, de quem, desde a infância, o nosso Chico Karam era fiel devoto. Ainda inocente criatura, ele brincava com as crianças da vizinhança, sendo ele o Padre de uma mini capela de Nossa Senhora, ornamentada no quintal de sua casa, e, a criançada, naturalmente, os paroquianos...
Havia dois fascínios para o menino Chico Karam. O primeiro, com certeza, a sua ilimitada devoção a Nossa Mãe Maria Santíssima. Imaginando-se o padre celebrante naquela capelinha, rezava a missa que era acompanhada respeitosamente pelas outras crianças. No ato da comunhão, ele colocava na boca de cada uma, uma pastilha de hortelã...
Não tenho dúvida nenhuma de que, ali, naquela guloseima infantil, naquela pastilha, o Cristo estava presente. No caso aí, inicialmente, recorremos ao Evangelho de Mateus, capítulo 18, versículo 20: “Porque, onde dois ou mais estão reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles...”
Mais do que em nome de Jesus... Chico Karam e aquelas inocentes crianças estavam ali louvando a Mãe De Jesus...
Além do mais, ainda em Mateus, capítulo 19, versículo 14, está escrito: “Deixai vir a mim estas criancinhas e não as impeçais, porque o reino dos céus, é para aqueles que se lhes assemelham.”
E alguém perguntaria, antes que a minha incômoda amnésia não me deixasse falar. “E qual o segundo fascínio do menino Chico Karam?”
Respondo daqui, com provas documentais: “O jornalismo. O jornalismo foi um dom de Deus para o Chico Karam”.
Guardo comigo, com muito zelo, e, aqui prá nós... Uma pontinha de orgulho, uma fotocópia de uma carta manuscrita pelo menino Chico Karam, aos 11 anos de idade. (Essa fotocópia me foi dedicada pela Dra. Nágila Karam, sua irmã).
Nessa carta, que fora endereçada a sua irmã Gisêuda, que residia em Fortaleza, o menino Chico Karam, repito, 11 anos de idade, dentre outros assuntos, ao final, indaga da irmã se ela não desejava a assinatura do seu jornal, escrito à mão, com o título “O ATLETA”.
E esse jornal, “O ATLETA”, embora com paginação manuscrita pelo próprio Chico Karam, tinha o devido Expediente, se não vejamos:
JORNAL “O ATLETA’
Redação: Rua 4 de Outubro, Nº 139
Diretor-Chefe: F. KARAM
Gerente: Nágila Karam
ASSINATURAS:
Anual: 2 mil réis
Semestre: 1 mil réis
Trimestre: 500 réis
Mensal: 200 réis.
Nesta mesma carta, que, repito, fora endereçada a sua irmã Giseuda, o menino Chico Karam, aos 11 anos, chefe deste jornalzinho manuscrito, pede para a mesma pegar junto a um Senhor Miguel, a importância de 300 mil réis, cujo valor, fora deixado com o mesmo, pelo seu pai, Senhor José Karam, para a compra de uma máquina de escrever.
E ainda cita a Casa Comercial GERARDO L. SANTOS, na rua Guilherme Rocha, nº 325, para que a irmã Giseuda comprasse a máquina datilográfica ali.
Falo agora sobre o Chico Karam já adulto. No que tange a sua fé, o nosso dileto conterrâneo dosou a sua predileção pela Mãe Santíssima com a veneração ao nosso Glorioso Padroeiro – São Francisco das Chagas. Pela MÃE DE DEUS, porque, com certeza nasceu sob o divino signo Mariano. 18 de Maio.
E, a São Francisco, porque seus pais o fizeram XARÁ do grande Santo Protetor de Canindé.
Como canindeense, ninguém amou mais esta terra do que o Chico Karam. Com o seu incrível talento, bem que poderia encerrar sua brilhante carreira jornalística na redação de uma REDE GLOBO, numa VEJA, num JORNAL DO BRASIL, FOLHA DE SÃO, etc...
Mas... O seu coração excessivamente bairrista, apaixonado por nosso Canindé, não permitia ao Chico Karam, viagens que ultrapassassem a ponte do Rio Camarão...
Fantástico para o Chico Karam, era contemplar embevecido a nossa suntuosa Basílica. Exímio fotógrafo, o fascinante para ele era fotografar a Igrejinha do Monte, ao cair da tarde, colhendo a fotografia no espelho das águas serenas do nosso velho açude da CAM.
Agora... Só lembranças inapagáveis em nossos corações canindeenses. Uma saudade que não quer calar... Uma saudade gostosa de ser sentida, porque a sentimos com o orgulho de que ele é merecedor, de grande canindeense que foi.
18 de Maio... Perdi mais esta festa no céu...
É ESSA A VOZ AMIGA DO CANINDÉ...
A segunda reunião do Kanindé Cultural aconteceu no dia 25/04/2010, no auditório do CDL de Canindé. Abaixo temos algumas fotos da confraternização ocorrida logo após a mesma.
Agradecimentos ao CDL de Canindé, Zequinha Pereira e a Júnior Tavares pela recepção e acolhida.
Maurício Kubrusly e César Magalhães
No dia 22 de março, próximo passado, esteve em Canindé uma equipe da Rede Globo de Televisão, sob o comando do jornalista, repórter e escritor Maurício Kubrusly, com o objetivo de produzir
um documentário para o dominical 'FANTÁSTICO", mais precisamente para o quadro " Me leva Brasil", que deve ser exibido na seguinda quinzena de abril. A matéria versa sobre a estátua de São
Francisco; o repórter entrevista o artista escultor (idealizador da obra) Deoclécio Soares Diniz (Bibi). Ambos adentraram no monumento, subiram e se alojaram na gola, sobre o ombro direito, onde
se deu a conversa.
Anos atrás, Canindé já foi alvo de outra reportagem da mesma série, quando o sineiro-mor da Basílica de São Francisco - Mestre da Cultura Popular - Getúlio Colares
foi o protagonista.
É de se registar a seneridade eclesiástica do repórter e sua humildade franciscana, que a todo tempo se mostrou simpático e solícito com todos que o
abordaram.
Maurício Kubrusly e Bibi